Flávio desaba entre os evangélicos
Em 2016, o pastor Everaldo – mentor político do ex-governador Wilson Witzel, preso dois anos depois por corrupção – batizou Jair e Flávio Bolsonaro no Rio Jordão. No início de 2026, antes de ser ungido candidato da direita pelo pai, Bolsonarinho voltou a se batizar no mesmo rio durante uma viagem a Israel (foto). O filho julgava que o teatro, junto a discursos de sua falsa moral – o pai se casou três vezes e só reconheceu o filho do segundo casamento na marra – seria capaz de garantir o voto evangélico na próxima eleição. O que ele não sabia é que este público também tem o seu limite. Pois a pesquisa da Genial/Quaest da semana passada acendeu o sinal vermelho para a campanha do senador: o eleitorado evangélico, um dos públicos prioritários da extrema direita, já ensaia uma debandada em massa do candidato. Eles têm feito vista grossa às campanhas do Rachadinha junto a Trump, seja para transformar facções criminosas em grupos terroristas (incapazes de ver as dificulda...