Mendonça dá nó em pingo d'água
Com seu jeitão de caipira santista, calvície disfarçada por um bem sucedido implante, o ministro André Mendonça está dando nó em pingo d’água. Talvez nem Bolsonaro conhecesse seu potencial ao nomear o 'terrivelmente evangélico'. Para começar, ele tem participado do processo da delação premiada de Daniel Vorcaro, prerrogativa exclusiva da PF e da PGR. Pode até ter sabido antes de nós sobre todo o rolo de Flávio Bolsonaro com o banqueiro. E o que ele tem feito? Em seguida às denúncias do Intercept – será que a grande imprensa chegou a ter acesso à informação, se calou e acabou obrigada a embarcar? –, o ilustre ministro começou a soltar vazamentos seletivos que emporcalharam o inundo Ciro Nogueira. Também botou o petista Jacques Wagner, cuja culpa ainda precisa ser provada, na fogueira. O tipo da hábil manipulação para produzir uma densa cortina de fumaça sobre as ações de Flávio, claramente aquele que tirou o maior proveito financeiro do banqueiro trambiqueiro (até rim...