Relações criminosas
Seria mera coincidência que mortes até hoje não explicadas rondem os Bolsonaro? A primeira delas é de Adriano da Nóbrega (foto), ex-policial e chefe do Escritório do Crime de matadores profissionais. Em 2005, Flávio foi à cadeia onde Nóbrega estava preso para condecorá-lo com a Medalha Tiradentes, concedida pela Alerj por serviços prestados. Que serviços seriam esses? A ex-mulher de Nóbrega e sua mãe foram funcionárias fantasma no gabinete de Flávio da Alerj e participavam do esquema de 'rachadinhas' do então deputado estadual. Foragido, o miliciano foi morto por uma operação militar de policiais da Bahia e do Rio de Janeiro em 9 de fevereiro de 2020. Curiosamente, Eduardo Bolsonaro esteve na Bahia em 7 de fevereiro daquele mesmo ano. Era a típica queima de arquivo. A quem poderia interessar? Outro vínculo mal explicado, relação, por sinal, que só veio à tona com o recente vazamento da imagem de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão - conhecido como Sicário, ou, matado...