Até onde vai a impunidade de Claudio Castro?
Após ser condenado à inelegibilidade pelo TSE, Claudio Castro foi alvo na sexta-feira de busca e apreensão pela PF em seu apartamento na Barra da Tijuca, na Operação Sem Refino. Conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, o ex-governador "direcionou todos os esforços de sua máquina pública" para beneficiar o conglomerado Refit junto a seu proprietário, o maior sonegador do estado do Rio, Ricardo Magro, que mora nos EUA e teve a prisão decretada. Moraes autorizou a operação Sem Refino pelas suspeitas de fraudes no setor de combustíveis. Ou seja Magro roubava os cofres do estado enquanto Castro fazia vista grossa em troca de favores, num estilo Daniel Vorcaro que já é nosso conhecido. “Trata-se da "mais latente e exitosa frente de espoliação do Estado do Rio de Janeiro pela criminalidade organizada nos últimos anos", definiu a PF. E, ao mesmo tempo em que Cláudio Castro se reunia para combater o crime organizado, "participava de evento patrocinad...