Bolsonaro, o cérebro da fraude no INSS
Mais que ter acabado em pizza, o Brasil não foi informado do esclarecedor relatório produzido por 2/3 dos parlamentares da chamada ala governista da CMPI do INSS, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS). É estarrecedor e explica o caos que se seguiu. Aos fatos: - Até 2017 não há registro de desconto indevido sem autorização de aposentados. Após o afastamento de Dilma, o INSS permite que entidades não só de aposentados passem a pleitear Acordos de Cooperação Técnica (ACT). Os descontos são autorizados a partir de 2017, na gestão Temer. - Em 2019, no início do governo Bolsonaro, outras instituições também passam a fazer descontos dos aposentados. Em 2022 sai o decreto de Paulo Guedes, Onix Lorenzoni e Bolsonaro, permitindo descontos a mais instituições, que incluam em seu estatuto que também representam aposentados. Surge um enorme volume de entidades que passam a receber autorização para fazer esses descontos associativos dos aposentados. - Nessa hora houve um...