Churrasco e putas para Flávio da Covaxin
Era o dia 17 julho de 2020. Mais de 76 mil pessoas já haviam morrido de Covid-19. Só num dia morreram 1.229. Dois empresários interessados em vender vacina fizeram uma festa para agradar Flávio, o filho do presidente. Voaram com ele para Brasília no mesmo jatinho usada por Daniel Vorcaro. No dia seguinte, fizeram um churrasco no Lago Paranoá, dentro de uma lancha, com três prostitutas. Flávio ainda saiu da suruba com um rolex no pulso. (Durante sua campanha a presidente ele ostenta um relógio de R$ 50). A reportagem, publicada na Revista Piauí , ouviu pilotos, assessores, testemunhas e consultou relatórios de três CPIs. Meses depois, Flávio abriu as portas do BNDS e defendeu publicamente os empresários que vendiam a Covaxin. O governo de Jair Messias adquiriu 20 milhões doses da Covaxin, contrato que acabou suspenso após insistentes denúncias de irregularidades. Como alguém é capaz de votar num ser abjeto desses?