O perigo ambulante
Os leitores que me perdoem pelo repeteco, que volta a ser abordado com pertinência pelo colunista Bernardo Mello Franco, coluna que sintetizo abaixo: “Em abril de 2020, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça atirando. Acusou o então presidente Jair Bolsonaro de interferir na PF para blindar o filho Flávio, investigado no escândalo da rachadinha. Para o lugar de Moro foi escalado o mais discreto chefe da AGU. Era André Mendonça, que se notabilizaria por usar o cargo para abrir inquéritos contra os críticos e opositores do chefe. Em seis anos, Moro reatou com o bolsonarismo, virou senador e agora disputa o governo do Paraná pelo PL. Mendonça, seu substituto na Justiça foi alçado a ministro do STF e agora ré Mendonça é relator de dois casos com potencial para influir no resultado da eleição. (...) Estão em suas mãos o caso Master, que arranhou a imagem de Flávio, e dois inquéritos do caso Lulinha, que ameaça os planos do presidente. As investigações andam em ritmos diferentes. U...