Óleo de peroba nas mentiras
Antes que Davi Alcolumbre defina a data de votação para o fim da jornada 6 X 1, o Senado foi alvo de um escrutínio popular. A causa, antes considerada impossível, passou na Câmara por 472 X 22, só porque as eleições estão logo ali. A oposição, liderada pelos senadores Rogério Marinho e Flávio Bolsonaro, inventou a proposta batizada de 7 x 0, a ser votada na Casa e que altera a constituição para permitir que os trabalhadores escolham entre o regime vigente da CLT ou um regime flexível, baseado em horas trabalhadas. É o tipo do embuste da classe dominante que os incautos esmagados por horas abusivas de trabalho poderiam embarcar. Não foi o que se viu, porém. Na consulta do e-Cidadania 32.364 foram contra e 4.049 a favor até a manhã de ontem. Após tantos anos de relação da classe trabalhadora ao sabor das imposições patronais, tudo começa com Rick Azevedo, balconista de farmácia, que viralizou seu desabafo contra aquela exaustão. Pois ele elegeu-se vereador pelo PSOL e lançou ...