Flávio.o filósofo das milícias
Diga-me com quem andas que eu te direi quem és. A máxima se encaixa cada vez mais com Flávio Bolsonaro, o candidato da extrema direita à presidência. Era o ano de 2005, quando o então deputado do PL-RJ entrou no Batalhão Especial Prisional da PM para conceder a Medalha Tiradentes – a mais alta honraria da Alerj – ao matador Adriano da Nóbrega. Como se sabe, o ex-PM chefiava o escritório do Crime e foi assassinado em queima de arquivo da polícia baiana em 9 de fevereiro de 2020. Sabia demais. A mãe e a mulher de Adriano eram assessoras contratadas por Flávio na Alerj. Pois agora ficamos sabendo de outra situação semelhante, ocorrida em 2004, quando o filho 01 também homenageou o ex-policial militar Ronald Paulo de Alves, o Major Ronald, condenado a 56 anos de prisão por duplo homicídio e homicídio tentado no assassinato de Marielle e Anderson. Ronald e o subtenente reformado Mauricio Silva da Costa, o Maurição, foram transferidos da prisão preventiva para um presídio federal...