'Corredor do Rio' pode implodir o clã
Após as revelações do Intercep , nova bomba atômica ronda Flávio Bolsonaro. Ela viria do termo “Corredor do Rio”, cunhado pela Revista Piauí , ligado ao atalho político e financeiro que conectava Claudio Castro ao governo Bolsonaro e a parlamentares liderados por Flávio, para criar um “arranjo tributário” favorável a Ricardo Magro, dono da Refit e maior sonegador de impostos do Brasil. A PF cita viagem a Nova York em que Castro sentou-se à mesa com Magro. “Naquela ocasião, Castro cumpriu agendas, como se chefe de Estado fosse, com diversas agências americanas para buscar apoio para classificar facções do Rio de Janeiro como narcoterroristas." Como se sabe, Trump quer transformar o CV e o PCC em organizações terroristas, para permitir ações armadas dos EUA no Brasil sem anuência de autoridades. Em maio de 2025, Flávio entregou um dossiê das secretarias de Segurança do Rio e São Paulo ligando a atuação dessas facções ao terrorismo, conforme o New York Times , para atrair a adesão d...