Deus, pátria e orgia
As tais denúncias de orgias que quase acabaram com o casamento de Flávio Bolsonaro começam a brotar. O fogo que gerou os incêndios atende pelo nome de Alexandre Santini, ex-sócio do filho 01 na loja de chocolates Kopenhagen, onde as rachadinhas da Alerj seriam lavadas. (Na qual o senador teria investido R$ 200 mil em espécie.) As denúncias reuniam fotos impublicáveis e mensagens, como a que Santini dizia que a preferida de Flávio, ou “a namoradinha”, nas palavras dele, era a própria agenciadora. “Fala bb, tudo bem? Eu estava viajando de férias e voltei hj. Vamos marcar outra festinha igual a do grand hyatt (hotel cinco estrelas na Barra da Tijuca, com diárias de R$ 3 mil..) (...) “Quer que perfil?”, indaga a mulher. “Tipo gostosa! Vc conhece o q a gente gosta. Me manda as fotos. Tem q ser novidade,” propôs o empresário. A loja acabou fechada. E, há cerca de três anos, sentindo-se abandonado – como ocorria com colaboradores da familicia , a exemplo do faz tudo Fabríci...