Grupos planejavam explodir o Planalto
Após o tsunami de violência golpista do início do governo Lula, a Polícia Civil do DF volta a levantar a existência de grupos radicais que planejavam atentados contra políticos e prédios públicos em Brasília. "Vocês deveriam listar os principais alvos para garantir o sucesso da revolução", dizia uma das mensagens. "Muito dificilmente nossos inimigos estão concentrados em um único lugar", afirmavam outras. A Operação "Rede Interrompida previa explodir o Planalto, com Lula dentro, e o prédio da apuração dos votos do segundo turno. A comunicação se dava entre dois grupos do Telegram (o território livre da violência e das perversões). Um deles tinha Hitler no perfil e o maior reunia mais de 600 integrantes, sendo que os mais radicais eram 46, que das ideias passavam para ações. "Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios", avaliou o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. No levantamento do ...