EUA: o terrorismo da fome
Depois de quebrar o galho de Benjamin Netahyahu e aderir a uma guerra que já matou mais de mil vítimas, o pesadelo Donald Trump anuncia que a bola da vez é Cuba. Em recente discurso ele afirmou, com todas as letras, que “após acabar com o Irã”, a próxima ofensiva será contra o país caribenho. Parece bilionário entediado se gabando para sua claque. Enquanto Cuba já pena com os efeitos da pressão exercida pelo autocrata norte-americano. Ontem recebi a “Carta aberta ao mundo, por Ikay Romay : desde Cuba, uma mulher do povo que denuncia o crime que não querem ver", tapa na cara de realidade da qual extraio abaixo os trechos mais contundentes: “Escrevo isto com a alma dilacerada e as mãos tremendo, porque o que meu povo vive hoje não é uma crise. É um assassinato lento, calculado, friamente executado por Washington. E o mundo olha para o outro lado. Há idosos que morrem antes do tempo porque o bloqueio impede que cheguem medicamentos para o coração, a pressão, a di...