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Privatizações encarecem combustíveis

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  A Petrobras cobra pelo diesel um preço 77% abaixo do livre mercado internacional, o que significa que esse combustível aqui é R$ 2,78 mais barato que lá fora. A média de preço do diesel aqui é de R$ 7,57. Se a política de Paulo Guedes fosse executada, este valor seria de aproximados R$ 10,30. Flávio vai vir a público dizer, olha pessoal desculpe, a política econômica do meu pai foi um lixo? Vou corrigir isso e não vou seguir no caminho do meu pai sobre a privatização do sistema Petrobras? Claro que não, ele promete o contrário. A gasolina está R$ 6,78 na média do Brasil e deveria estar  R$ 8,60 conforme os  preços internacionais . Isso é algo que deveria ser eliminatório na eleição: quem permitisse que a gasolina e o diesel chegassem a esses valores teria de ser sumariamente eliminado do processo eleitoral, com zero por cento nas pesquisas de intenções de votos. (E Lula e Flávio estão tecnicamente empatados!) Isso se as pessoas soubessem o que está e jogo, só que ...

O pix é dos brasileiros

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  Quando Donald Trump começou sua insana política de taxações, foi apoiado por Eduardo Bolsonaro e seu assecla Paulo Figueiredo na imposição de valores estratosféricos ao Brasil em troca da anistia a seu pai. Para o ex-deputado, o país poderia se ferrar, desde que o papai fosse solto. O entreguismo deu gás à popularidade de Lula, sob a defesa da soberania nacional. Os bolsonaristas custaram a ver que o  feitiço se voltava contra o feiticeiro. Pouco depois, Flávio Bolsonaro pedia a Trump para repetir na Baía de Guanabara o abate de barcos na América do Sul e Caribe, como se fossem de traficantes (já são 20 abatidos e 80 mortes.) Agora, a barganha da vez é apoio eleitoral dos EUA pela entrega das terras raras. Fora a intenção do republicano de acabar com nosso Pix, que prejudicaria empresas de crédito norte-americanas. Flávio custou a se posicionar. Como ele já trocou a camisa verde e amarela pela branca, azul e vermelha dos EUA, esperava-se que aderisse à proposta. Imediata...

Como surgiu e cresceu o Master

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  Você é daqueles que acha que o governo Lula tem culpa pelas fraudes do Banco Master? Aos fatos. - Em 2019, Daniel Vorcaro adquiriu o Banco Máxima e para transformá-lo em Banco Master precisava da autorização do Banco Central. O que ocorreu na presidência de Bolsonaro, com Roberto Campos Neto na presidência do BC (que depois de sair do cargo virou vice- chairman do Nubank, que tem a  Globo Ventures como sócia ) . - Entre 2019 e 2024 o patrimônio líquido do Master saltou de R$ 200 milhões para R$ 4,7 bilhões. A carteira de crédito passou de R$ 1,4 bilhão para R$ 40 bilhões. Vorcaro foi ao Banco Central 24 vezes durante a gestão de Campos Neto. - Dois diretores do BC recebiam 'mesada' de Vorcaro para atuar a seu favor na autarquia, nomeados nessa mesma gestão. - Um dos motores do crescimento foram os aposentados do INSS. Paulo Guedes, Onix Lorenzoni e João Roma ampliaram a margem do consignado. Perto da eleição de 2022, liberaram o consignado até para quem recebia o Au...

Origem de companhas contra governo Lula

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  Resultados de recentes pesquisas, que apontam a crescente rejeição a Lula podem ter uma explicação. Segundo o jornalista Leandro Demori, uma campanha de desmoralização protagonizada pela conta  Alfinetei , com 25 milhões de seguidores - volume semelhante ao do padre Fábio de Melo e de Claudia Leitte -, está em pleno curso. Mais uma vez, como se vê, o governo sucumbe às destruidoras campanhas  online  da extrema direita. Exemplo: “Governo Lula fecha o ano de 2025 com dívida bruta de 10 trilhões, equivalente a 78% do PIB” (o que de fato ocorreu, por causa dos juros, do déficit primário e operações do Tesouro). Assim como informações sobre pagamento de IPVA quitado e demais indignações contra a atual gestão. O que esses casos têm em comum? O patrocínio para a divulgação da 7Games.bet, controlada por Fernando Oliveira Lima, o Fernandim Oig (foto) que é manda-chuva de casas como R7 Bet e Betão Bet, através da One Internet Group. Oig foi investigado pela CPI das Be...

Flávio.o filósofo das milícias

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  Diga-me com quem andas que eu te direi quem és. A máxima se encaixa cada vez mais com Flávio Bolsonaro, o candidato da extrema direita à presidência. Era o ano de 2005, quando o então deputado do PL-RJ entrou no Batalhão Especial Prisional da PM para conceder a Medalha Tiradentes – a mais alta honraria da Alerj – ao matador Adriano da Nóbrega. Como se sabe, o ex-PM chefiava o escritório do Crime e foi assassinado em queima de arquivo da polícia baiana em 9 de fevereiro de 2020. Sabia demais. A mãe e a mulher de Adriano eram assessoras contratadas por Flávio na Alerj. Pois agora ficamos sabendo de outra situação semelhante, ocorrida em 2004, quando o filho 01 também homenageou o ex-policial militar Ronald Paulo de Alves, o Major Ronald, condenado a 56 anos de prisão por duplo homicídio e homicídio tentado no assassinato de Marielle e Anderson. Ronald e o subtenente reformado Mauricio Silva da Costa, o Maurição, foram transferidos da prisão preventiva para um presídio federal...

Bolsonaro, o cérebro da fraude no INSS

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  Mais que ter acabado em pizza, o Brasil não foi informado do esclarecedor relatório produzido por 2/3 dos parlamentares da chamada ala governista da CPMI do INSS, apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS). É estarrecedor e explica o caos que se seguiu. Aos fatos: - Até 2017 não há registro de desconto indevido sem autorização de aposentados. Após o afastamento de Dilma, o INSS permite que entidades não só de aposentados passem a pleitear Acordos de Cooperação Técnica (ACT). Os descontos são autorizados a partir de 2017, na gestão Temer. - Em 2019, no   início do governo Bolsonaro, outras instituições também passam a fazer descontos dos aposentados. Em 2022 sai o decreto de Paulo Guedes, Onix Lorenzoni e Bolsonaro, permitindo descontos a mais instituições, que incluam em seu estatuto que também representam aposentados. Surge um enorme volume de entidades que passam a receber autorização para fazer esses descontos associativos dos aposentados. - Nessa hora houve um...

Não tem como dar certo

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  Após cinco governadores presos e um impichado, o Rio segue lançando àquela que pode ser a pior moda para influenciar o resto do país, com uma sucessão de golpes de fazer inveja a Bolsonaro, quem sabe a fonte de inspiração. Aos fatos. - Na onda Bolsonaro, o estado passou a ser alvo de sucessivas maracutaias. Cláudio Castro era o vice de Wilson Witzel, eleito nessa onda, e assumiu quando este foi impichado. - Castro foi reeleito com 60% dos votos, turbinados pelo esquema do Ceperj e Uerj, que contratou mais de 27 mil terceirizados e acabou por levá-lo à inelegibilidade. - Acordo entre Castro, seu vice, Thiago Pamp olha e Rodrigo Bacellar levou o segundo ao TCE, para que Bacellar, então presidente da Alerj, assumisse o governo e já começasse a ficar conhecido da população. O trio passou incólume ao julgamento do TRE-RJ, que chegou ao TSE e, após pedidos de vista, condenou os três por abuso de poder econômico. Bacellar foi preso por ser ligado ao CV. Castro escapou da cassação ...