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Cai peça chave na difusão de fake news

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  A campanha de Flávio Bolsonaro está de cabelo em pé. Com a prisão do marqueteiro argentino Fernando Cerimedo   - o Steve Bannon da Argentina –, foi desativada a fazenda de robôs na Bolívia, que iria difundir  fake news nas eleições de outubro e ‘enganar’ os algoritmos para multiplicar os acessos. E agora, quem vai fazer o trabalho sujo? Naquele velho estilo de produzir provas contra si mesmo, Eduardo Bolsonaro espalhou suas profundas relações com Cerimedo, peça chave na tentativa de golpe no Brasil. “Estamos aqui juntos hoje para dizer a Alexandre de Moraes: “Não temos medo de você”. Você prendeu meu pai; nós vamos vencer as eleições de outubro com meu irmão Flávio e tirar você da Suprema Corte brasileira”, discursou Eduardo, em espanhol, quando anunciava o amigo no palco. “Fernando Cerimedo usou dados do TSE ao expor a possível fraude eleitoral ocorrida em 2022 – a eleição que tornou o socialista (como se fosse um palavrão) Lula da Silva o presidente eleito ...

Tarifaço pode voltar a cair

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  Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, se reúne virtualmente na próxima segunda-feira 31 com Jamieson Greer, representante comercial dos EUA. O encontro resultou da conversa de mais de uma hora entre Lula e Trump em 21 de agosto, por iniciativa do presidente brasileiro. Em pauta, o tarifaço de 25% sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil aos EUA,  segundo eles,  por práticas que onerariam ou restringiriam o comércio entre os dois países por causa do Pix e das plataformas digitais. Descabida injustiça para nosso país que tem déficit nesta relação comercial. Agravado pela tarifa adicional de 12,5% após a investigação que aponta a existência de trabalho escravo no Brasil. Outra injustiça, sobretudo porque os EUA se lixam para isso. Como se sabe, o encontro entre os dois líderes na Assembleia da ONU, em setembro de 2025, resultou na anulação do primeiro tarifaço , cujo argumento eram supostos prejuízos políticos ao ex-presidente...

Dino entra nas investigações de "Dark Horse"

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Assim como foi nas   eleições de 2018, a estratégia da direita para o pleito de outubro é empurrar com a barriga qualquer investigação que confirme os estreitos vínculos entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro trambiqueiro, Daniel Vorcaro. Daquela vez as ações que levaram à prisão de Lula foram protagonizadas pelo juiz Sérgio Moro. Agora, quem toca a manobra de incriminar Lulinha é o ministro André Mendonça. Só que o ministro Flávio Dino entrou no jogo. Não se sabe se a tempo de provocar efeitos até 4 de outubro, quando começa o Primeiro Turno do processo eleitoral brasileiro. A pedido de Dino foi aberto um inquérito para que  a CGU apure se as emendas dos deputados Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis foram destinadas ao Instituto Conhecer Brasil (ICB) – ligado à produtora da cinebiografia de Jair Bolsonaro,“ Dark Horse ” -, e à Academia Nacional de Cultura (ANC), ambos coordenados por Karina Ferreira da Gama. (O que certamente vai chegar aos ilícitos de Flávio) Karina...

Vínculos de Flavio com a bandidagem

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  Após a confirmação de vínculos com os piores milicianos e criminosos – como Adriano Nóbrega, chefão do Escritório do Crime – e com o banqueiro trambiqueiro Daniel Vorcaro, a chapa de Flávio Bolsonaro volta a esquentar. Dessa vez, por seu envolvimento com Rodrigo Bacellar e Thárcio Nascimento Salgado – o TH Joias (ambos na foto) -, que acabam de ser declarados réus pela unanimidade do STF, junto ao  desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto e Jéssica de Oliveira Santos, mulher de TH Joias. Sendo que TH Joias também é apontado pela investigação como suspeito de lavar dinheiro para o tráfico de drogas na favela de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Como se sabe, antes de ser preso, Bacellar era o candidato de Flávio ao governo do estado. Ele chegou a ser chamado de "gênio do mal", ao ser considerado o autor intelectual da compra de votos que garantiu a reeleição de Claudio Castro. Todos eles são do grupo político do Filho 01. E sua eleição à presidência da Ale...

O perigo ambulante

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Os leitores que me perdoem pelo repeteco, que volta a ser abordado com pertinência pelo colunista Bernardo Mello Franco, coluna que sintetizo abaixo: “Em abril de 2020, Sergio Moro deixou o Ministério da Justiça atirando. Acusou o então presidente Jair Bolsonaro de interferir na PF para blindar o filho Flávio, investigado no escândalo da rachadinha. Para o lugar de Moro foi escalado o mais discreto chefe da AGU. Era André Mendonça, que se notabilizaria por usar o cargo para abrir inquéritos contra os críticos e opositores do chefe. Em seis anos, Moro reatou com o bolsonarismo, virou senador e agora disputa o governo do Paraná pelo PL. Mendonça, seu substituto na Justiça foi alçado a ministro do STF e agora ré Mendonça é relator de dois casos com potencial para influir no resultado da eleição. (...) Estão em suas mãos o caso Master, que arranhou a imagem de Flávio, e dois inquéritos do caso Lulinha, que ameaça os planos do presidente. As investigações andam em ritmos diferentes. U...

As chances de Lula e Trump reatarem

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  Após as idas e vindas da tal “química” entre Lula e Donald Trump, os dois se falaram pelo telefone  na última sexta-feira  durante uma hora e vinte minutos em conversa “amistosa e cordial”, segundo o Planalto. A expectativa é de um novo encontro ao vivo em 22 de setembro, quando ambos discursam na Assembleia-Geral da ONU,  em Nova York. A apenas 12 dias das eleições no Brasil. Parte do conteúdo dessa conversa foi antecipado pelo G1 . Trump perguntou sobre as eleições de outubro e Lula respondeu que tudo transcorre normalmente, sem ouvir qualquer réplica do presidente norte-americano. A relação entre os dois líderes adocicou após ambos se esbarrarem, por 39 segundos, na Sala GA-0200 durante a Assembleia da ONU, em 23 de setembro de 2025. “Na verdade, ele gostou de mim, eu gostei dele. Eu só faço negócios com pessoas de quem eu gosto. Quando eu não gosto, eu não gosto”,   declarou na época o líder republicano. Tempos depois, soube-se pela Revista Piauí ...

Tráficantes de mentiras

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,  O jornalista Luiz Nassif enumera crimes que deveriam ser atribuídos ao subserviente ministro bolsonarista André Mendonça (foto), ao soltar a conta gotas venenos contra Lulinha, enquanto senta em cima da escandalosa cessão de R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões por Daniel Vorcaro a Flávio para o filme “ Dark Horse ” sobre seu pai. Nunca uma produção vencedora de Oscar gastou algo semelhante nos EUA. Prevalece, portanto, a versão, ainda não provada, de que o dinheiro seria usado para sustentar a luxuosa vida de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, nos EUA. O que se vê, na prática, é um crime contínuo, às claras, protagonizado por Mendonça, por traficantes de notícias dentro da PF, por jornalistas que manipulam mercadoria ilegal e editores dos jornalões oferecendo falsificações nas principais manchetes de seus veículos. Ou seja, Mendonça entregou de bandeja aos jornais farto e inconsistente material sobre Lulinha, capaz de proporcionar seu principal serviço aos Bolsonaro: encher o noti...