Pêndulo eleitoral volta a oscilar
Quando se fala em golpe no Senado, não se trata da rejeição a Jorge Messias para o STF ou à queda do veto de Lula à dosimetria. Uma das tramas na Casa é o lançamento do deputado André do Prado (PL-SP, na foto) ao Senado. Se Flávio se eleger, Prado pode virar ministro ou secretário enquanto seu suplente, Eduardo Bolsonaro, assume sua vaga. A estratégia malandra, aceita pela legislação, porém, originou uma crise de nervos em Bolsonaro. Seu nome para o senado era o do coronel Mello Araújo, vice-prefeito de São Paulo. E André do Prado, atual presidente da Alesp, é do Centrão – a quem Bananinha tanto atacou e agora se alia. O chilique do Inelegível resulta da escolha significar, na prática, sua perda de comando sobre o seu próprio grupo. Sabemos que o filho Carlos é outro escalado na busca do clã pelo domínio do Senado. Carluxo abriu mão de 25 anos de vereância no Rio para concorrer à Casa por Santa Catarina. Apesar do perfil bolsonarista do estado, o filho 02, no in...