Alcolumbre, a bola da vez de Vorcaro
Assim como Flávio Bolsonaro e Ciro Nogueira, Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Congresso, também teria recebido uma vultosa propina, no caso, de US$ 30 milhões, ou cerca de R$ 155 milhões, segundo a Revista Veja. Claro que ele nega. O pagamento a Alcolumbre teria sido depositado em uma conta secreta no exterior e repassado ao parlamentar pelo apoio dado a uma demanda do Banco Master (provavelmente o Fundo de Pensão do Amapá), na transação operada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. Esta seria uma das novidades embutidas na segunda proposta de delação premiada do banqueiro, já rejeitada pela PF e ainda sob a avaliação da PGR. A possível relação do senador no investimento de R$ 400 milhões no Fundo de Pensão do Amapá pelo Banco Master já era notória. O fato é que o político tem insistido em contrariar o governo, a exemplo da histórica recusa do candidato de Lula, Jorge Messias, à vaga do STF. Algo que não acontecia há 132 anos. Após o episódio, Alcolumbre...