O paradoxo do governo Lula
Ainda não
há explicação para o paradoxo que vive o Brasil. Conforme a primeira
pesquisa do ano Atlas/Intel/Bloomberg, 57% dos brasileiros desaprovam o governo
Lula e 34% aprovam. Pois a mesma pesquisa revela que o presidente lidera em
todos os cenários eleitorais de 2026.
Como
explicar?
Há uma saraivada
de boas notícias sócio econômicas. Nos quatro anos de governo, Lula apresentou a menor inflação
acumulada desde o Plano Real (4,9%), junto à menor taxa de desemprego da série
histórica do IBGE (5,2%).
O Brasil
está entre os dez países com maior desigualdade do mundo. Pois, pelo Índice
Gini, nestes quatro anos o Brasil está no menor índice de nossa história (0,506).
O reajuste
da tabela do imposto de renda, que passou a vigorar desde o primeiro dia de
2026, libera os que ganham até R$ 5 mil pagar a taxa federal. E o governo
entra na luta para acabar com a tabela 6X1, ainda em andamento.
Até julho
de 2025, 1 milhão de beneficiários haviam deixado o Bolsa Família.
Especialistas atribuem o resultado ao pente-fino feito pelo governo, à garantia de retorno imediato
aos desempregados ao programa e ao mercado aquecido.
E a entrada de dólares por turistas estrangeiros bateu o recorde de US$ 7,9 bilhões em 2025.
Já no ano
passado, o Brasil conquistou seu o primeiro Oscar de Melhor Filme Internacional,
com “Ainda estou aqui”, no qual a atriz Fernanda Torres foi a primeira
brasileira a ganhar o Globo de Ouro. Esse ano, como de sabe, o “Agente Secreto”,
que já venceu enorme quantidade de prêmios, é alvo de quatro indicações ao Oscar.
O país deixou de ser o "pária' sonhado pelo ex-ministro das Relações Exteriores de Bolsonaro, Ernesto Araújo. E apesar de todo esforço contrário de Eduardo Bolsonaro, conseguiu retomar o diálogo com Donald Trump.
E aquele
país que matou centenas de brasileiros pelo desdém com a compra da vacina
contra a Covis-19 – cujos índices de vacinação tomaram um tombo no governo
anterior -, acaba de fabricar sua própria vacina contra a dengue.
Me parece
que só existe uma explicação para a rejeição dos brasileiros ao governo Lula:
as pesadas e ininterruptas campanhas de desinformação da direita e da extrema direita. Sobretudo entre as igrejas evangélicas que, apesar de tudo, continuam a ser
beneficiadas pela isenção de impostos.
Acorda
Brasil!

Sergio Buarque
ResponderExcluirInclua a péssima comunicação do governo...
Bem lembrado, esse resultado reflete isso
ExcluirMindinho Veríssimo
ResponderExcluirViva Lula 2026.
Viva!!!
ResponderExcluirJosé Inácio Werneck
ResponderExcluirA separação de Estado e Igreja, uma grande conquista democrática, parece não ter chegado ao conhecimento dos evangélicos no Brasil.
Não chegou, e Nikolas Ferreira emerge como líder de extrema direita teocrático (é evangélico e filho de pastor, por sinal, filiado à Igreja Lagoinhas, de Zettel, o cunhando de Vorcaro enrolado até o pescoço com o Master)
ResponderExcluirRogerio Silva
ResponderExcluirSignifica dizer, que a pesquisa que considera LULA reeleito, é a correta. A outra, foi MANIPULA por bostasminions.
Acho possível que não seja manipulação, mas resultado de opiniões criadas a partir das fake news da extrema direita, sobretudo evangélica
ResponderExcluirValério Ribeiro
ResponderExcluirCom certeza este quadro é atribuído a campanha de desinformação espalhada nas redes sociais que tem amplo alcance, com informações parciais, incompletas e má fé dos divulgadores.
Concordo!
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ResponderExcluirCarlos Alberto Baião
É preciso acabar com as isenções às Igrejas. Simples assim.
Concordo!
ExcluirCarlos Minc
ResponderExcluir🤔🤔😟😟🤔🤔
💃🏿💥🪘🌻🎷🦋🐬🎸🪂🦩🍾⚽🐞🦉
Humberto Borges
ResponderExcluirO paradoxo da pesquisa Atlas/Intel/Bloomberg, segundo a qual apenas 34% dos brasileiros aprovam o governo do presidente que lidera todos os cenários eleitorais de 2026, se explica fácil: Atlas/Intel/Bloomberg não é uma fonte confiável como Yes Nós Temos Bananas, o YouTublog de todas as sextas-feiras, à las cinco en punto de la tarde. Aquilo sim, é um serviço mais seguro do que soluço na Papudinha.
Kkkkkk
ExcluirMariza Coutinho
ResponderExcluirAcorda.
O pior é que eles votam no inimigo sem saber que criam uma gestão ingovernável
ExcluirValeria Villela
ResponderExcluirE as nossas práticas - as das esquerda e sobretudo as da comunicação governamentall precisam resultar
E não estão resultando
ExcluirEduardo Monte
ResponderExcluirOs índices de aprovação são maiores do que os de cada um dos demais candidatos e isso explica a liderança.
Jorge Lúcio de Carvalho Pinto
ResponderExcluirBingo, Celina. A explicação nessa discrepância mostrada na pesquisa da Atlas tem a ver com o que você falou sobre as pesadas e ininterruptas campanhas de desinformação da direita e da extrema-direita, sobretudo as igrejas evangélicas. Lembro que restou pouco da direita que não reza na cartilha da extrema-direita hoje, no Brasil.
Infelizmente pelo menos nisso eles são competentes
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