Polícia evita atos terroristas no país

 


Enquanto o Congresso ainda bate na tecla da dosimetria – a redução das penas impostas aos que participaram da tentativa de golpe de 2022 -, policiais civis prenderam segunda-feira, na Operação Break Chain15 suspeitos de planejar ataques antidemocráticos a bomba no Rio e em São Paulo.

Eles integrariam o grupo “Geração Z”, que previa os ataques na tarde da última segunda-feira no Rio, São Paulo, Brasília e em várias capitais do país. A investigação começou após a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática. (DRCI) identificar mensagens e perfis de grupos suspeitos concentrados no Telegram.

Ou seja, a convicção golpista permanece viva, enquanto parlamentares tentam livrar a cara dos que já foram condenados pelo STF pela tentativa de golpe e que culminou no 8 de janeiro de 2023 (que não foi um passeio no parque).

Foram feitas 12 prisões na capital São Paulo, em Osasco, Botucatu e São Caetano, de suspeitos que planejavam detonar explosivos na Paulista. Conforme Arthur Dian, delegado geral da Policia Civil de São Paulo, os grupos seriam integrados por cerca de 8 mil participantes, 600 deles na capital paulista.  

No Rio, onde foram feitas três prisões, a manifestação ocorreria em frente à Assembleia Legislativa, no Centro.

 “Eles querem a chamada liberdade e não querem ser governados por ninguém. Uma ideia um pouco absurda”, disse Dian à Carta Capital. Algo semelhante ao que propunham os bolsonaristas que não concordavam com a eleição de Lula.

Os grupos só não teriam chegado às vias de fato graças à ação preventiva da Secretaria da Segurança Pública, com o monitoramento do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil. Os participantes planejavam atos para provocar pânico e violência, sem nenhuma pauta definida.

Os policiais também apreenderam simulacros de armas de fogo, embora não tivessem achado os supostos explosivos que seriam usados nas manifestações planejadas nas redes sociais. O plano era usar bombas caseiras e coquetéis molotov.

O consenso eram atos na segunda-feira 02, às 14h. Dessa, nós escapamos. Fica o alerta à necessidade de punição adequada para evitar novas reincidências.

Comentários


  1. Mindinho Veríssimo
    Herança do período entre golpe na Dilma até eleição do inominável. Nunca mais voltamos ao normal.

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  2. Evidência a importância de manter as penas.

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  3. 710 membro anônimo
    Assustador! Violência cega, um horror! Com certeza esse pessoal é teleguiado, foi, digamos, abduzido por uma seita. Interessante é que essas seitas são individualistas, nunca se preocupam com a gritante desigualdade de renda nem com Supersalários... liberdade para quem?

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  4. Carlos Minc
    🤔🫩😟🤔🫩😟🤔🫩😟

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  5. Maria Da Silveira Lobo
    Poderiam ser herdeiros das “Jornadas de Junho”?

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  6. Maria Da Silveira Lobo
    Atentemos aos atentados e aos desatendidos. O que planejava a tal “Geração Z”, uma rede organizada de 8000 integrantes descoberta pela Policia Civil de São Paulo!? Novas “Jornadas de Junho” ou velhos golpes do tipo 8 de janeiro?

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    1. Boa pergunta, o importante é que foram contidos a tempo

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    2. Maria Da Silveira Lobo
      Celina Côrtes pois é…vamos aguardar as investigações.

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  7. Jorge Lúcio de Carvalho Pinto
    Com certeza. É fundamental que os golpistas sejam punidos severamente sem qualquer chance de anistia ou redução de penas. Também será muito importante para a nossa democracia se as lideranças golpistas perderem suas patentes militares porque concluirá a pena desses criminosos, contribuindo para desestimular novos atos contra a democracia

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  8. Saiu alguma notícia a respeito nos jornalões? Na mídia golpista, quero dizer, aquela que fica falando o que não tem prioridade, sempre querendo desgastar a honra dos seus atacáveis da hora

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    1. Só vi na Cara Capital e Noblat (Metrópolis). Por que será que eles desprezam uma notícia de óbvia importância?

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