R$ 5 milhões para ligar Lula à fraude no INSS
A volta dos trabalhos da CPMI do INSS, ontem, começou com a denúncia do deputado
Rogério Correia (PT-MG) de que Flávio Bolsonaro teria oferecido R$ 5 milhões ao advogado Eli
Cohen - um dos primeiros denunciantes do esquema de desvios no INSS - para
depor contra Lula e seu governo.
Segundo a Revista Fórum, em 24 de outubro de 2025 o ex-policial Rogério Gilio Gomes registrou que Cohen teria pedido em documento, com firma reconhecida, R$ 5 milhões para atacar Lula e o governo no seu depoimento à CPMI.
Seria com esse tipo de 'agrado' que Cohen criou a narrativa de que Frei
Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados,
Pensionistas e Idosos (Sindnapi), estaria envolvido nas fraudes do INSS como ”laranja”.
O depoimento levou à sua convocação, porém, não foi adiante.
A base governista, por sua vez, pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal
de Eli Cohen para detectar o suposto suborno de R$ 5 milhões. E, em dezembro, sob ameaças de bolsonaristas, Gilio Gomes apresentou novo documento, retratando-se da acusação sobre os R$ 5 milhões.
Só que ontem Correia disse ter novos elementos que comprovariam o envolvimento de Flávio no caso. A conferir...
Ao mesmo tempo, o feitiço se volta contra o feiticeiro. Rogério Correia solicitou a convocação do 01 para explicar seus possíveis vínculos
com o grupo liderado por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, considerado
um dos principais articuladores do esquema.
A tal ligação envolve Letícia Caetano dos Reis, que administra a empresa de Flávio, a Sociedade Individual de Advocacia, desde a sua abertura, abril de 2021. Curioso é que o escritório funciona na mansão comprada pelo senador em março daquele ano, avaliada em R$
5,97 milhões (foto).
Sem que o candidato à presidência pela direita tivesse vencimentos suficientes para fazer a milionária aquisição.
Letícia afirmou ter sido indicada para o cargo pelo advogado
Willer Tomaz de Souza, amigo do primogênito e influente no meio político de
Brasília. As suspeitas crescem porque ela é irmã de Alexandre Caetano dos
Reis, apontado pela Polícia Federal como sócio do “Careca do INSS”, como
antecipou o colunista Lauro Jardim.
Para a PF, Alexandre
seria o operador central das fraudes pela empresa Camilo & Antunes Limited,
sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e suspeita de funcionar como offshore
para ocultar patrimônio incompatível.
As questões
que envolvem Flávio Bolsonaro são assim: quanto mais
se mexe, mais fedem.

Só podridão.
ResponderExcluirO jogo é pesado. Imagine o que teremos neste ano eleitoral.
ResponderExcluirCom a Inteligência Artificial em ação vai ser brabo
ExcluirMindinho Veríssimo
ResponderExcluirNesse rolo do INSS, Master, tem que começar as prisões de graúdos, a novela está muito lenta ,insossa. Pensou o flavinho...
M Christina Fernandes
ExcluirMindinho Veríssimo , e infelizmente vai continuar assim, inúmeros envolvidos de todas as matizes para tudo acabar em pizza. Espero que não!
Elizaneiva Kelly
ResponderExcluirTantas provas! Tantas provas! E nada! Será por que?
Alice Gonçalvez
ResponderExcluirCadeia para os golpistas.
Evanillho Aragão Miranda
ResponderExcluirCADEIA NESSE VERME
Daisy Grisolia
ResponderExcluirEsse suj(o)eitinho quer ser presidente! ?
Pois é, o pior é que está crescendo nas pesquisas...
ExcluirDaisy Grisolia
ExcluirCelina Côrtes sim o número de ignorantes e pobres de direita nazifascistas cresce como praga. Só sendo muito burro para escolher um calhorda desse naipe!
Carlos Alberto Gomes Pereira
ResponderExcluirPrender o Flávio Bozo
Dinah Ferreira
ResponderExcluirOnde tem carniça, a familícia está.
Antonio Moreira da Silva
ResponderExcluirolha o "barraco" do Flávio Rachadinha....?
Valdir Basso
ResponderExcluir#BozoNaCadeia já
Esilda Alciprete·
ResponderExcluirO clã bolsonaro só tem milicianos e corruptos, não entendo como este sujeito ainda não foi preso e vem agora como candidato a presidência. Realmente, os apoiadores do bolsonarismo são tão corruptos quanto os membros do clã.
#VergonhaAlheia
Olmiro Cunha
ResponderExcluirESTA É A MANEIRA DE FAZER POLÍTICA, DA EXTREMA-DIREITA.
O fascista fala o tempo todo em corrupção. Fez isso na Itália em 1922, na Alemanha em 1933, no Brasil em 1964. Ele acusa, insulta, agride, como se fosse puro e honesto. Mas o fascista é apenas um criminoso comum, um sociopata que faz carreira na política. No poder, essa direita não hesita em torturar, estuprar e roubar sua carteira, sua liberdade e seus direitos. Mais do que a corrupção, o fascista pratica a maldade".