Não tem como dar certo

 


Após cinco governadores presos e um impichado, o Rio segue lançando àquela que pode ser a pior moda para influenciar o resto do país, com uma sucessão de golpes de fazer inveja a Bolsonaro, quem sabe a fonte de inspiração. Aos fatos.

- Na onda Bolsonaro, o estado passou a ser alvo de sucessivas maracutaias. Cláudio Castro era o vice de Wilson Witzel, eleito nessa onda, e assumiu quando este foi impichado.

- Castro foi reeleito com 60% dos votos, turbinados pelo esquema do Ceperj e Uerj, que contratou mais de 27 mil terceirizados e acabou por levá-lo à inelegibilidade.

- Acordo entre Castro, seu vice, Thiago Pamplona e Rodrigo Bacellar levou o segundo ao TCU, para que Bacellar, então presidente da Alerj, assumisse o governo e já começasse a ficar conhecido da população. O trio passou incólume ao julgamento do TER-RJ, que chegou ao TSE e, após pedidos de vista, condenou os três por abuso de poder econômico. Bacellar foi preso por ser ligado ao CV. Castro escapou da cassação ao se desincompatibilizar na véspera do julgamento.

- Sem governador, vice e presidente da Alerj, o governo passou ao desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ. Só que manobra do grupo de Castro elegeu às pressas para governador o presidente da Alerj, então secretário de Cidades, Douglas Ruas em eleição indireta. Só que o ministro Cristiano Zanin a suspendeu, decisão que caberá ao colegiado do STF.

- Antes de sair, Castro empoderou a secretaria da Casa Civil, que providenciou 125 exonerações de nomes de Bacellar, para abrir vagas à base governista e angariar votos a Ruas – que já entra na história mais conhecido por cariocas e fluminenses. As exonerações também teriam sido motivadas por represália aos que não votaram no candidato de Claudio Castro.

Como sustenta a jornalista Flávia Oliveira, a estrutura miliciana seguida pelo Executivo, Legislativo e a Justiça “trama, controla e domina a máquina oficial, assim como grupos armados submetem os territórios populares".

E vale lembrar que o então deputado Flávio Bolsonaro nomeou para seu gabinete a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega, ex-policial que comandava o Escritório do Crime, morto na Bahia em ação policial de queima de arquivo e agraciado com a Medalha Tiradentes. E era assessorado pelo miliciano Fabrício de Queiroz. 

Deu para entender?   

 

 


Comentários

  1. Costa Selva
    O RIO DE JANEIRO É O CENTRO NERVOSO DAS MILÍCIAS E, A FAMÍLIA BOLSONARO É PARTE DELA !

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  2. Mindinho Veríssimo
    Parabéns, resumiu bem o banditismo político do RJ. Um alerta para nós todos: Flávio Bolsonaro se eleito, estenderá essa política miliciana para todo Brasil.

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  3. Chico Gottardo
    Os últimos são da direita maldita bolsonarista evangélica acorda povo carioca

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  4. Carmelita Gottardo
    Pilantras! Terroristas, assassinos!

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  5. Laura Maria da Silva
    Eleitor do Rio é a extensão da Rede Globo Organização Criminosa que acredita que ainda é uma monarquia escravocrata capital do Império e o carioca o Povo escolhido e cada representa um personagem das novelas Global uma FARSA

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  6. Antonio Roberto Martins Cordeiro
    Eis o mais recente trabalho da jornalista Celina Côrtes que coloca luz sobre os governadores que recentemente ocuparam o trono no Palácio Guanabara. Será que vamos eleger um governador assim? Ou colocaremos no cargo algum candidato comprometido em governar para o Estado? Uma importante reflexão. Bom domingo. Ótima leitura!!!

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  7. José Carlos Villas Boas Do Lago
    Bandidos!

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  8. João Carneiro
    Foto imunda sem caráter sem respeito sem pudor puro lixo

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  9. Abilio Simoes
    Será que os cariocas têm noção destes esquemas!? provavelmente sim ,e querem que seja assim com artimanhas!

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    1. Acredito que não, pq não optariam por esse tipo de voto miliciano

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  10. Carlos Minc
    🫩😟🤔🫩😟🤔
    💪🏾💪🏾💃🏿💃🏿🪘🪘🙏🏼🙏🏼🪂🪂😍😍🎷🎷🦋🦋🌴🌴

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  11. Maria Christina Fernandes
    Deu pra entender mas queria luz para sairmos dessa

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