O pix é dos brasileiros
Quando
Donald Trump começou sua insana política de taxações, foi apoiado por Eduardo
Bolsonaro e seu assecla Paulo Figueiredo na imposição de valores
estratosféricos ao Brasil em troca da anistia a seu pai. Para o ex-deputado, o país poderia se ferrar, desde que o papai fosse solto.
O entreguismo deu gás à popularidade de Lula, sob a defesa
da soberania nacional. Os bolsonaristas custaram a ver que o feitiço se voltava contra o feiticeiro. Pouco depois, Flávio Bolsonaro pedia a Trump
para repetir na Baía de Guanabara o abate de barcos na América do Sul e Caribe, como se fossem de traficantes (já são 20 abatidos e 80 mortes.)
Agora, a barganha da vez é apoio eleitoral dos EUA pela entrega das terras raras. Fora a intenção do republicano de acabar com nosso Pix, que prejudicaria empresas de crédito norte-americanas. Flávio custou a se posicionar. Como ele já trocou a camisa verde e amarela pela branca, azul e vermelha dos EUA, esperava-se que aderisse à proposta. Imediatamente Lula veio a público defender que "o Pix é do Brasil". Dessa vez, a luz vermelha ascendeu do outro lado.
E Flávio voltou a repetir que Lula
sempre quis taxar o Pix, chamado por ele de “patrimônio brasileiro” criado por seu pai. Só que Bolsonaro era apenas o presidente quando
técnicos do Banco Central lançaram o genial método Pix, nossa jabuticaba já usada na Argentina, em Portugal e pelos BRICS.
Diante da total falta de um projeto que beneficiasse o povo brasileiro durante seu governo, o Pix virou cartão de visitas do ex-presidente. E, desde então, foi lançada a mentira de que o método seria taxado por Lula, agora retomada.
Segundo a deputada Erika Hilton, Flávio, se eleito, pretende passar o Pix à iniciativa privada, o que evidentemente o torna alvo de futuras cobranças.
Seria outra cortina de fumaça sobre a incondicional adesão dos bolsonaristas a tudo o que seu chefe Trump faz, a exemplo de classificar o CV e o PCC como grupos terroristas.
O que franquiaria nosso território a ações militares norte-americanas, convenientes sobretudo em caso de vitória de Lula nas eleições de outubro, Seria uma nova versão de golpe, dessa vez, com uma mãozinha do Tio Sam, o que não aconteceu em 2022 porque o presidente era Joe Biden.
Só que para isso eles precisariam manifestar adesão incondicional a Trump. Como vão fazer com o Pix? De que lado vão ficar? Já deram a pista: querem fazer coro a sua manutenção, desde que embalada na mentira da taxação e entregue à iniciativa privada.
Quando os brasileiros se dessem conta dos planos, já seria tarde demais...Mais calhordas, impossível.

Mindinho Veríssimo
ResponderExcluirO bolsonaro na época sequer sabia o que era PIX, se soubesse teria impedido. Flávio se pudesse entregaria a rapadura também.
Verdade, teria feito o que Flávio pretende fazer, entregar de bandeja à iniciativa privada
ExcluirAntonio Roberto Martins Cordeiro
ResponderExcluirIniciamos a segunda-feira, 6 de março, com mais uma indicação de leitura da jornalista Celina Côrtes . Bom dia!!!
Cerlos Minc
ResponderExcluir😟🤔😟🤔
🙏🏼🙏🏼💃🏿💃🏿🌏🌏🌻🌻🦋🦋💥💥🎸🎸🚴🏽♀️🚴🏽♀️😍😍
Jorge Lúcio de Carvalho Pinto
ResponderExcluirChantagistas, impatriotas, traidores da pátria
Mariza Coutinho
ResponderExcluirCanalhas.