Construção de uma candidatura
O vídeo de
Michelle não foi só um desabafo familiar. E sim um acontecimento político. Uma criteriosa produção feita na sede do PL, com símbolos, teleprompter, construída
para, muito além da mágoa e da vitimização, comunicar autoridade moral,
legitimidade e liderança religiosa.
Demonstração pública
do seu capital político independente. Devastador para Flávio – alguém que já
não anda bem com o público feminino -, que a “maltratou”, “desrespeitou” e “apunhalou”.
Exibido na hora de um jogo do Brasil na Copa.
Michelle disputa a identificação emocional com mulheres evangélicas e sabe que leva vantagem nesse terreno. Enumera seus feitos à frente do PL Mulher, mostra seu
potencial com números e imagens. Tem consciência de que seu trabalho inseriu o marido nesse segmento.
É assessorada
pelo coach internacional Obii Pax Harry, com técnicas modernas de
construção de imagem unindo emoção, símbolos religiosos e marketing digital.
E se esse vídeo não representar só o rompimento com Flávio e sim o nascimento da sua própria liderança?
Michelle já
não depende do sobrenome Bolsonaro para existir politicamente. É referência
para milhões de evangélicas e uma das figuras mais populares da
direita nesse público. Se eleita senadora, o que é bem provável, ganha mandato próprio, estrutura
institucional e autonomia. Deixa de ser só “a esposa de Jair Bolsonaro”. Passa
a ser Michelle Bolsonaro. Ou simplesmente Michelle. Nenhum filho chegaria a seus pés.
Não é só conservadora. Comunica pertencimento. Mistura testemunho
pessoal, linguagem espiritual, guerra cultural e identidade feminina, próximas à
“Teologia do Domínio”, que defende a presença das lideranças cristãs na política, educação,
comunicação, economia, família, artes e religião.
Sua disputa
deixa de ser apenas eleitoral. Abarca a liderança espiritual. É uma direita
religiosa mais afetiva, mais feminina na linguagem (sem ser feminista), mais
disciplinada na comunicação e menos dependente das explosões do marido.
Ela sabe que
não haverá um Lula para concorrer em 2030, compreende essa janela de
oportunidade. E a esquerda já sabe enfrentar Jair. Mas ainda não demonstrou
compreender Michelle. Talvez seja aí que se encontra o maior desafio dos
próximos anos. Acordem, antes que seja tarde!
(Fonte: Pastor
e teólogo Zé Barbosa Jr)
Ou quem sabe não é um golpe de mestre da raposa Valdemar da Costa Neto, uma nova Evita Peron para salvar a candidatura presidencial do PL em 2026? A Michêlê (só com um acréscimo dos acentos...)

Mindinho Veríssimo
ResponderExcluirMicheque é cobra, mais falsa que nota de 7 reais. Mas tem um telhadão de vidro né?
Vdd, a quantidade de parentes que ela já foi visitar na cadeia
ExcluirLolô Pereira
ExcluirMindinho Veríssimo, não sei quem é mais falso. Se a Micheque ou o Flávio rachadinha. Eles fazem parte da mesma estirpe. Nenhum se salva. Talvez a Laurinha, se não fizerem lavagem cerebral na mente dela.
Sem falar em seus dotes estéticos, que inspiram nova grafia no seu nome, Michêlê
ResponderExcluirFlávia Bastos Dias
ResponderExcluirQuem ela pensa que é?
Se acha
ExcluirCarlos Peixoto Filho
ResponderExcluirÉ melhor ir acostumando. Ela reforça seu protagonismo na política.
Antes de Bolsonaro indicar Flávio como candidato (por acreditar que só seu sangue o salvaria da prisão0, Michelle era melhor avaliada pelo eleitorado. Ela fez um plantio fértil e já começa a colher o resultado
ExcluirAndrea Serpa
ResponderExcluirOntem vi no UOL uma entrevista com José Dirceu. Sua volta ao cenário político nesse momento é muito oportuna. Vejo a esquerda perdida e dispersa entre muito assuntos. É preciso urgência em mais união e definição de pauta que aponte para a direção que desejamos para o país. Dirceu tem capacidade para estruturar nessa estruturação, uma força que se junta para dar uma resposta que tanto precisamos, o que vem depois de Lula? A extrema direita está aí mostrando o horror que nos espera. Michele nos deu a mostra em seu vídeo. Somado a tudo que já sabemos, ela deixou clara sua determinação de dar fim ao estado laico.
Pura verdade. Por ela, viraríamos um novo Irã...
ExcluirMindinho Veríssimo
ResponderExcluirMichelle Caninana combina com o nome, né?
Totalmente!
ExcluirElisete Motta
ResponderExcluirFarsante picareta mentirosa!!!. Golpista!
Oportunista!
ExcluirAna Torres
ResponderExcluir#EssaPuTaNãoValeNada
#MaçanetaDoCongresso
NÃO EXISTE FAMÍLIA PERFEITA, MAS A FAMILICIA BOLSONARO É #FAKE a #MichequeEnganouAté😈
#SãoHipocritasNaPolitica
#SãoHipocritasNaReligião
#SãoHipocritasNaCondutaMoral
#SãoHipocritasNaEtica
#SãoHipocritasComoFamília
#SãoLIXOSnaFormaHumana
Só o 🐄 🐃🐄🐃🐄🐃🐄🐃🐄🐃🐄 #ALIENADO acreditam no que #ELES FALAM!!!
Pode ser uma imagem de texto que diz "CINE PATRIOTÁRIO apresenta MICHELLE BOLSOCARO em NUNCA FUI SANTA"
Margarida Lima
ResponderExcluirO editorial do Estadão é cirúrgico e necessário. Simplesmente Sensacional e quase inacreditável, considerando o viés que esse veículo sempre deu para o candidatos de direita, ainda que um lixo como essa Familícia. Ao intitular "Há algo de podre no reino dos Bolsonaros", o texto não apenas descreve uma briga de família, mas rasga o véu do bolsonarismo para mostrar sua verdadeira essência: um movimento vazio, predatório e movido unicamente pelo egocentrismo e pela ânsia de sugar o Estado.
Corroborando integralmente com a análise, destaco que a exposição pública da briga entre Michelle e Flávio não é um mero "dramalhão" shakespeariano, mas sim a confirmação cabal de que aquela família sempre tratou a política como uma holding hereditária. O editorial acerta ao lembrar que Jair Bolsonaro saiu do Exército sob suspeita de insubordinação e planos golpistas — isso não é passado remoto, é o alicerce de uma trajetória marcada pelo desdém às leis. E os filhos, longe de serem "renovadores", são apenas herdeiros de um espólio que sempre foi construído para dar luxo e status ao clã, nunca para melhorar a vida do trabalhador brasileiro.
Destruindo a fama que ainda teima em ressoar em alguns círculos, é preciso escancarar o que o editorial tão bem pontua: o bolsonarismo jamais teve um plano de desenvolvimento. Enquanto o Brasil sangra com inflação, juros altos, jovens desalentados e violência endêmica, o que vemos agora é uma Lady Macbeth de saia (Michelle) querendo tomar o lugar do patriarca decrépito, enquanto Flávio, o "pré-candidato", carrega nas costas o peso das rachadinhas e de uma vida pública manchada pela promiscuidade com milícias. A briga deles não é por ideias ou por rumos para o país; é pelo controle do caixa, pelo acesso às emendas e pela herança política que lhes garante a "dolce vita" às custas do erário.
O editorial é genial ao afirmar que o bolsonarismo só se sustenta pelo antipetismo. De fato, é um movimento que se alimenta do ódio ao outro, mas que nunca teve coragem ou competência para apresentar uma saída real para os problemas nacionais. A tentativa de se venderem como "conservadores" cai por terra quando vemos a promiscuidade moral e a desagregação familiar exposta em rede nacional — não há "família tradicional" que resista a um vídeo onde madrasta e enteado se trucidam publicamente por migalhas de poder.
Por fim, o Estadão merece palmas ao dizer que Michelle, ao gravar aquele vídeo, prestou um "favor" ao Brasil. Ela, na ânsia de se promover, mostrou sem filtros o que sempre esteve escondido sob a capa do messianismo: um bando de oportunistas sem preparo, sem união e sem qualquer compromisso com a nação. Essa novela não deve ser vista com pena ou como fofoca, mas como um atestado de óbito político da família. Que os eleitores que ainda hesitam olhem para essa briga e percebam: se eles não conseguem administrar a própria casa com o mínimo de decoro, como ousariam administrar o Brasil? A resposta é clara: não ousariam, apenas pilhariam. Essa briga é a prova definitiva de que o bolsonarismo nunca foi a solução — sempre foi o problema, e agora está se devorando vivo diante de nossos olhos.
Simplesmente maravilhoso de assistir essa implosão!
Lula vai vencer no primeiro Turno.
Anotem aí!!
Acima enviado por amigo do CE e ligado a ESD
Muito bom! Principalmente por ser uma análise que vem de um jornal conservador como o Estadão, que vinha dando mostras de adesão à candidatura de Flávio (assim como O Globo)!
ExcluirIsabel Pacheco
ResponderExcluirPrefiro não começar a sofrer desde já. Essa mulher é tenebrosa, ambiciosa e perigosa. Parece ter carisma junto aos crentes da seita. Que não evolua do estágio de novem passageira.
Concordo plenamente que não vale a pena sofrer por antecedência. Mas que a esquerda tem de estar atenta a esse perigo é fato.
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