Pangaré de Jair envolvido com o PCC
Agora que
os EUA passam a considerar o CV e o PCC como Organizações Terroristas (e a impor o tarifaço inspirado pelos Bolsonaro), os
envolvidos com o filme sobre Jair, “Dark Horse”, terão que redobrar seus cuidados.
Isso porque
a Entre Investimentos teria repassado R$ 28 milhões à ACX ITC Tecnologia - integrante
da rede de lavagem de dinheiro de tráfico de drogas do PCC -, entre agosto de
2024 e abril de 2025, conforme a Polícia Civil de SP. Segundo o Portal
Metrópoles, a ACX está registrada em nome de um laranja que vende pipas,
rabiolas e rifas.
Ele teria
recebido a proposta de ceder seu CPF para que a empresa fosse registrada em seu
nome, em troca de R$ 5 mil. Sua renda anterior era de R$ 1,00 por rifa vendida. E as investigações sobre a ACX passaram ao âmbito da PF.
Já a Entre Investimentos – cuja relação com a ACX está sob investigação da Policia Civil paulistana– pertence a Antonio Carlos Freixo Júnior, também usado por Daniel Vorcaro como laranja para fazer pagamentos e ocultar patrimônio.
O pagamento
de R$ 61 milhões por Vorcaro a Fábio Bolsonaro teria sido feito através da
Entre, a pretexto de financiar “Dark Horse”. O acordo inicial com
Flávio Bolsonaro seria de R$ 134 milhões, a serem parcelados entre janeiro de
2025 e janeiro de 2026. Esses R$ 61 milhões, contudo, foram pagos entre 13 de fevereiro e
maio de 2025.
E a segunda
maior investidora na ACX ITC Tecnologia é a Supaluh Transportes, que teria
sido usada pelo Careca do INSS – principal operador do desvio de dinheiro de
aposentados e pensionistas. Registrada em São Paulo, a Supaluh não está mais em
operação.
A empresa estava em nome de um contador que tinha 290 empresas como clientes e de um
preparador de tintas, cujo salário mensal era de R$ 1,7 mil. Ainda assim, a empresa
movimentou R$ 1,1 bilhão entre 2023 e 2025, como ficou constatado pela CPMI do INSS.
A Entre
respondeu aos questionamentos do Metrópoles afirmando que o grupo realiza suas
operações “em conformidade com as normas e regulamentações aplicáveis ao setor
financeiro”. E “reforça seu compromisso com
a integridade, a transparência e o cumprimento da legislação vigente”. Alguém é capaz de acreditar numa cascata dessas?

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