Pix no exterior já é realidade
O pesadelo
de Donald Trump, de que o dólar deixe de ser usado como moeda internacional, e
a expansão do uso do Pix fora do Brasil, está cada dia mais próximo da
realidade. Eu mesma, que foco meu blog nas mazelas políticas não posso deixar
de registar: o Pix já pode ser usado em oito países!
Nosso tão
familiar método para pagar compras presenciais já pode ser usado pelos turistas
brasileiros no Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, EUA, Portugal, Espanha e
França.
Mais que isso: o BC e o Banco Popular da China iniciaram este mês um projeto piloto para conectar a rede chinesa UnionPayInternational no ecossistema do Pix. Com isso, chineses podem fazer compras no Brasil com aplicativos de seu país e lojistas brasileiros recebem em reais. Brasileiros, porém, ainda não podem fazer compras na China com Pix.
Ou seja, foi dado o primeiro passo entre os dois países.
E o melhor é
que esta praticidade também significa redução nos custos das viagens internacionais. Para
começar, o turista não precisa mais comprar a moeda local ou dólares para viajar. Além
disso, dependendo da instituição, não será cobrado o Imposto sobre Operações
Financeiras (IOF), que aumenta em 5,38% os custos internacionais.
Fora do que
o Pix usa o câmbio comercial e não o dólar turismo ou a moeda local usados pelos
cartões de crédito. E na hora do pagamento, o usuário já fica sabendo a conversão com o valor exato que vai pagar.
O BC
prefere assumir que ainda não existe o “Pix internacional”, apesar de esse tipo
de operação estar se alastrando pelo mundo afora. Na prática, as transações são
intermediadas por instituições autorizadas a operar câmbio, responsáveis por
converter o valor da compra em tempo real antes da conclusão do pagamento.
Na hora da
compra, o comerciante gera um QR Code na maquininha de pagamento. O consumidor,
por sua vez, usa o aplicativo do banco ou da instituição financeira brasileira
para fazer a leitura do código. Simples assim.
A operação
é concluída após a autenticação por senha ou biometria, e a empresa responsável
pela conversão transfere o valor ao estabelecimento em moeda local. Assim como
no Brasil, o procedimento se dá em
poucos segundos. Cartões físicos ou dinheiro tornam-se equipamentos do passado.
O serviço depende
de acordos firmados entre bancos, fintechs e empresas especializadas em
meios de pagamento nestes países. No Chile, a PagBrasil faz parceria com a
VirtualPOS; na Argentina, o Banco do Brasil atua com o Banco Patagonia; no Uruguai, funciona via Getnet e nos EUA, pela Verifone.
O BC ainda
não tem estatísticas sobre a novidade, só informa que as operações estão em
franco crescimento. O presidente dos EUA já pode começar a cortar seus
pulsos...

Mindinho Veríssimo
ResponderExcluirAinda bem que de vez em quando vem boas notícias, pix é uma delas, motivo de orgulho nacional. Que o trumpao sofra com isso.
Merecemos uma boa notícia domingão, ainda mais quando prejudica Trump, ideal!
ExcluirLeonardo Soprotivleniye
ResponderExcluirAcho que ele é que tá precisando de uma internação! Tá muito doido esse cara lá!
Cada vez mais longe do razoável
ExcluirGeorge Lobo
ResponderExcluir·
Ser humano, se assim pode ser chamado de humano, ser Desprezível igual a toda a família.
Leticia Pessoa
ResponderExcluirImagem de Flávio enrolado na bandeira americana com texto: "Vou acabar com o PIX para agradar o Trump! TRAIDOR DA PÁTRIA
Andrea Sera
ResponderExcluirQue bom começar o domingo com notícia boa
Andrea Serpa Até que enfim, né amiga, subverti o pessimismo habitual
ResponderExcluirNatanael Soares
ResponderExcluir·
LULA, quem DEUS e seus anjos levantam, o diabo e seus demônios não derrubam. Viva os TRABALHADORES!!! Abaixo os mafiosos.