Relações criminosas
Seria mera coincidência que mortes até hoje não explicadas rondem os Bolsonaro? A primeira delas é de Adriano da Nóbrega (foto), ex-policial e chefe do Escritório do Crime de matadores profissionais. Em 2005, Flávio foi à cadeia onde Nóbrega estava preso para condecorá-lo com a Medalha Tiradentes, concedida pela Alerj por serviços prestados.
A ex-mulher
de Nóbrega e sua mãe foram funcionárias fantasma no gabinete de Flávio da Alerj
e participavam do esquema de 'rachadinhas' do então deputado estadual.
Foragido, o
miliciano foi morto por uma operação militar de policiais da Bahia e do Rio de
Janeiro em 9 de fevereiro de 2020. Curiosamente, Eduardo Bolsonaro esteve na
Bahia em 7 de fevereiro daquele mesmo ano. Era a típica queima de arquivo. A
quem poderia interessar?
Outro vínculo mal explicado, relação, por sinal, que só veio à tona com o recente vazamento da imagem de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão - conhecido como Sicário, ou, matador de aluguel, papel que ele exercia no grupo “A Turma”, criado pelo banqueiro Daniel Vorcaro para descartar desafetos – fosse pela eliminação física ou por afastamento.
Como se sabe, o Sicário apareceu morto na cela onde estava detido e até
agora a única explicação para aquela morte foi suicídio. Será que um homem tão
bem pago, tão bem relacionado com pessoas importantes como Vorcaro e o próprio
Flávio teria interesse em acabar com a própria vida?
As relações promíscuas de Flávio e Vorcaro, até hoje não explicadas pelo
filho 01, que prometeu apresentar as contas do filme “Dark Horse” para justificar os R$ 61 milhões recebidos de Vorcaro, cresceram com a divulgação da foto do senador –
descontraído, sem camisa e de óculos escuros – com o Sicário na piscina do Hotel
Fasano, em Ipanema.
Inicialmente Flávio negou conhecer tanto Vorcaro quanto o Sicário, os vazamentos, porém, eram tão inquestionáveis que ele não teve opção senão admitir os
vínculos.
E aqui cabe lembrar de outro vínculo envolvendo milicianos, no caso, com
Ronnie Lessa. Era o ano de 1995 quando o então deputado Jair Bolsonaro teve sua
moto XLX 350 e a pistola Glock roubadas
em assalto em Vila Isabel. E foi o então soldado do Bope, Ronnie Lessa, quem as
devolveu ao dono.
Tempos depois, Lessa perdeu a perna em operação policial e foi
Bolsonaro quem o ajudou a conseguir a perna mecânica. Pois foi o então
vizinho do ex-presidente, no Condomínio Vivendas da Barra, quem executou
Marielle Franco.
Por que
será que a três dias da convenção do PL para definir a candidatura de Flávio ninguém aceitou a vice-presidência?

Mindinho Veríssimo
ResponderExcluirTariflavio tá enrolado, suspeitas pesadas mas merecidas por ele. Imagine o que ainda não sabemos/ descobriremos?
Pode ser que o pior ainda esteja por vir, se é que isso é possível nessa ficha corrida
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